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Fibra de algas marinhas ajuda a combater a obesidade

Consumo do alimento reduz em até 75% a absorção de gordura pelo corpo


Cientistas da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, descobriram que uma fibra extraída de algas marinhas, chamada de alginatos, reduz em até 75% a absorção de gordura pelo corpo. A porcentagem supera a maioria dos tratamentos contra a obesidade.

Para a pesquisa, foi utilizado um "estômago artificial", que reage a estímulos da mesma maneira que o órgão humano. Ao ser submetido a digestão de 60 tipos diferentes de fibras naturais, foi possível identificar a eficácia da substância presente na alga marinha.

Os resultados, apresentados na Sociedade Americana de Química, sediada nos Estados Unidos, incentivou novas pesquisas para saber se a fibra poderia ser adicionada a alimentos do dia a dia.

Atualmente, alginatos já são adicionados a alguns produtos, como sorvetes e cerveja. Eles atuam como substâncias para aumentar a consistência, a estabilidade e a emulsificação do alimento.

Gordura também combate a obesidade
Embora a maioria das pessoas acredite que, para conseguir combater a obesidade ou até mesmo perder alguns quilos, o correto é eliminar totalmente a gordura da alimentação, isso não é verdade. Alguns tipos de gordura, como os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, são essenciais para a nossa saúde e ainda estimulam vários processos diferentes na luta contra a obesidade.

Esses ácidos colaboram na queima de gorduras ingeridas, melhoram o controle do nível de açúcar no organismo e a capacidade de transportar a glicose do sangue para as células, influenciando importantes alterações genéticas anti-obesidade, entre outras benfeitorias.

Os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 podem ser encontrados em nozes, sementes de linhaça e abóbora, peixes gordurosos, como o salmão e mariscos, algas marinhas e em verduras de folhas verdes.

A nutrição funcional
Doenças neurodegenerativas podem ter suas incidências reduzidas, dependendo do tipo de alimentação que a pessoa tem. No caso do Alzheimer, a vitamina C associada à vitamina E demonstra eficácia na prevenção da doença, porém, estas vitaminas têm de ser ingeridas juntas, pois isoladamente não apresentam o mesmo resultado.

Já a associação das vitaminas C e E, além de uma dieta rica em frutas e vegetais, demonstraram sucesso na prevenção do Parkinson. Para quem já tem esta doença, a vitamina B2 combinada a uma alimentação sem carne vermelha ajuda a capacidade motora dos pacientes, assim como uma dieta vegetariana e com bastante cafeína, que pode ser encontrada no café, chocolate, chá verde e preto, entre outros.



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